UNL researchers are working on corn starch bioplastic to reduce waste

Pesquisadores da UNL estão trabalhando em bioplástico de amido de milho para reduzir o desperdício

 

Chemical engineering

Courtesy photo

Pesquisadores da Univesidade de Nebraska-Lincoln tem buscado uma forma de desenvolver um bioplástico derivado do amido de milho.

O termo bioplástico é usado para descrever uma substância plástica com base em biomassa orgânica, oposta ao petróleo. Uma das maiores vantagens é que a maioria dos bioplásticos é biodegradável. Isso leva a uma menor pegada de energia deixada pelas fábricas e também pode ocupar-se das preocupações com os aterros transbordantes e as ilhas do lixo.

O professor de engenharia de sistemas biológicos da UNL Yigi Yang da UNL e seus colegas descobriram uma abordagem termal que irá fazer o plástico mais suscetível ao calor, facilitando a produção contínua da fabricas. Ao aumentar a temperatura do plástico e então deixar com que esfrie lentamente, Yang e os colegas conseguiram uma alternativa para maneiras custosas e demoradas que são normalmente usadas para criar o bioplástico.

É estimado que cerca de 90 por cento do plástico não é reciclado em todos os Estados Unidos. A equipe está trabalhando em busca de tecnologia limpa, que irá permitir plásticos biodegradáveis ser produzidos em escala industrial.

O relatório da equipe será apresentado no Chemical Engineering Journal de Novembro.

 

Texto Original:  

Researchers at the University of Nebraska-Lincoln have been looking for a way to develop a bioplastic derived from corn starch.

The term bioplastic is used to describe a plastic substance based on organic biomass, as opposed to petroleum. One of the greater advantages is that many bioplastics are biodegradable. This leads to a smaller energy footprint left by manufacturers, and can also address the concerns regarding overflowing landfills and islands of trash.

 UNL biological systems engineering professor Yiqi Yang and colleagues have found a thermal approach that will make the plastic more susceptible to heat, making it easier for manufacturers to continuously produce. By raising the temperature of the plastic and then slowly allowing it to cool, Yang and colleagues have found a way around the expensive and time consuming ways that are most commonly used to create bioplastic.

It is estimated that about 90 percent of plastic goes unrecycled in the United States. The team is working to forward clean technology, which will allow for bio-based plastics to be produced on an industrial-scale.

 The team’s report will be featured in the Chemical Engineering Journal this November.
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